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Relembre as vindas de Björk ao Brasil

As apresentações mais recentes de Björk no Brasil, aconteceram em 2007. Relembre todas as passagens da islandesa por nosso país, nesta matéria detalhada e cheia de curiosidades!

Antes de vir nos visitar em turnê, a cantora foi capa de algumas revistas brasileiras sobre música, incluindo a extinta Bizz, edição de Dezembro de 1989. A divulgação do trabalho dela por aqui, começou antes mesmo do grande sucesso e reconhecimento em carreira solo, ainda com o Sugarcubes.
1996 - Post Tour:
SETLIST:  Army of Me One Day The Modern Things Venus as a Boy You've Been Flirting Again Isobel Possibly Maybe I Go Humble Big Time Sensuality Hyperballad Human Behaviour The Anchor Song I Miss You Crying Violently Happy It's Oh So Quiet.
Em outubro de 1996, Björk finalmente desembarcou no Brasil, com shows marcados em São Paulo (12/10/96) e no Rio de Janeiro (13/10/96), como parte do Free Jazz Festival.





Em entrevista à Folha de São Paulo, Björk se disse ansiosa pelas apresentações:
"Vai ser mui…
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Björk já trabalhou em uma fazenda

"Quando eu tinha 16 anos, trabalhei em uma fazenda na Islândia. Lá também tinha um estúdio, então além de receber o pagamento, durante a noite me permitiam que eu o usasse. 

Na época, comecei a fazer um álbum só de vocais, mas eram esboços muito bruscos de uma adolescente. Então fiquei com isso na cabeça, de que um dia iria fazê-lo". 
- Björk em entrevista para a Rádio BBC, agosto de 2004. 

A linguagem corporal das entrevistas de Björk

"Assim como faz em sua música, Björk dá tudo de si também em uma conversa. Praticamente encostada em mim, ela "fala" constantemente com as mãos. Gesticulando, traçando contornos no ar para dar exemplos, batendo na mesa ao expor um argumento. O que parece é que não tem membros o suficiente para expressar suas emoções. 




Franzindo a testa, esfregando o rosto a todo o momento, cutucando o nariz, fazendo alongamentos no pescoço. É perceptível que, longe de ser alguém de outro mundo, é uma pessoa extremamente pé no chão". 
- Jornalista responsável por matéria publicada na Raygun Magazine, setembro de 1997. 
Clique AQUI e confira diversas entrevistas legendadas de Björk. 

Já pensou ter a oportunidade de trabalhar com Björk? Saiba como James Merry começou a colaborar com a artista

"A primeira vez que a vi foi em Nova Iorque, nós tínhamos um amigo em comum. Ela estava começando a pensar no Biophilia, isso foi em 2009. Esse meu colega me disse que ela estava procurando alguém para sua equipe, uma espécie de assistente de pesquisa. Naquela época, eu trabalhava em Londres, com um artista chamado Damien Hirst. Estava desesperado para sair da cidade, então eu e Björk começamos a trocar alguns emails… 
Certa vez, economizei por muito tempo e consegui viajar com alguns amigos para a Califórnia, durante um feriado. Enquanto eu estava lá, falei com a Björk e ela me disse: "Por que você não vem para Nova York me ver?". Então, quando eu estava voltando da Califórnia, peguei um voo para NY. Até então, não tinha feito muitas viagens, não estava acostumado a estar em aviões, tampouco ir até essa cidade. Eu estava muito ansioso, foi surreal! 



Fui para a casa dela, tomamos café da manhã juntos. Passamos a tarde conversando sobre o projeto Biophilia e assistindo a v…

Björk e Arca trocam cartas em nova edição da i-D Magazine

Para a edição em comemoração ao 40º aniversário da revista iD, Björk e Arca compartilharam cartas profundamente pessoais, que escreveram uma para a outra. Nos relatos, elas falam sobre a natureza da família, seu relacionamento especial e em constante evolução; e a obra criada a partir disso. 
As duas se conheceram em setembro de 2013, logo após o último show da turnê de Biophilia. Arca estava fazendo um DJset na festa nos bastidores. De cara, se deu muito bem com Björk e dançaram a noite toda. Com a amizade já fortalecida, a artista e produtora venezuelana foi convidada para colaborar no próximo álbum da islandesa, Vulnicura (2015). Juntas, elas também embarcaram na turnê do projeto, antes de se unirem novamente para criar o disco Utopia (2017). Em diversas entrevistas ao longo dos últimos 7 anos, Björk descreveu a parceria com Arca como o relacionamento musical mais forte que já teve. 
Segundo Arca, Björk é uma pessoa “mergulhada em sua profundidade e multiplicidade. Simples, confusa, …

Andrew Thomas Huang revela que canções antigas de Björk gostaria de fazer um videoclipe, caso tivesse oportunidade

Segundo Andrew Thomas Huang, o uso de avatares durante entrevistas online, foi uma ferramenta de grande utilidade para que Björk pudesse falar com o público sobre assuntos tão íntimos, sendo uma pessoa introvertida.
Questionado sobre que canções antigas dela gostaria de fazer um vídeo, respondeu que mesmo sendo uma decisão difícil, seria Unison. Ele comentou que adora a era Vespertine, músicas como Undo e o clipe de Cocoon.
Respondendo a uma pergunta do Björk BR sobre dirigir algum filme sobre a islandesa, Andrew disse que, por enquanto, não existe nenhum plano, mas que ele adoraria que isso acontecesse no futuro. Os dois permanecem em contato: "Nós temos uma conexão", explicou em live especial da Björk Digital na Twitch

Zeca Camargo e Bárbara Paz falam sobre encontros com Björk

Zeca Camargo é um grande fã de Björk. Na live especial da Björk Digital na Twitch, o jornalista falou que quando a entrevistou no Japão para o Fantástico, se surpreendeu com sua postura. Segundo ele, a artista até lhe preparou um chá nos intervalos do bate-papo: "Ela me desarmou". Apaixonado pela discografia, Zeca definiu Volta como seu disco favorito dela, lembrando da presença de elementos musicais de todo o mundo no projeto. Também disse que consegue enxergar influências do trabalho da islandesa em diversos artistas.
Bárbara Paz contou que já jantou com Björk. O encontro aconteceu em 2007, quando a cantora foi na estreia de O Passado (Hector Babenco), no Rio de Janeiro (saiba mais clicando AQUI): "Uma delicadeza. Introspectiva, fala baixo e muito pouco. A gente fica ainda mais interessado em saber quem é esse ser humano. Super reservada, achei lindo".

Santiago Felipe fala sobre a experiência de fotografar Björk

Na live especial da Björk Digital na Twitch, Santiago Felipe falou sobre ter seus registros nas capas de Vulnicura Strings e Vulnicura Live. Ele disse que foi uma coisa muito emocionante, pois quando entrava em lojas de discos na infância, era algo que já imaginava ser incrível de se fazer.
O fotógrafo contou que Björk não é do tipo controladora que pede para apagar fotos. É uma pessoa muito criativa, que sabe do seu propósito. Basicamente, ele tenta capturar a história que ela quer contar naquela noite durante o show. Mas precisa ser rápido!
Em resposta a uma pergunta do Björk BR, Santiago explicou que para não repetir as mesmas fotos em um show com uma identidade visual tão forte como Cornucopia, ele estuda os cenários, as coreografias, o setlist, os músicos e assiste aos ensaios para tentar registrar o melhor possível.
Além disso, as configurações das casas de espetáculos são diferentes durante uma turnê. Isso facilita com que os ângulos das imagens não pareçam iguais, mas considera i…

Linn da Quebrada fala sobre Björk

"Björk sempre procura fazer colaborações, acho tão interessante. Vejo isso no meu trabalho, quando temos uma ideia e encontramos outras pessoas que tornam tudo possível. Ela tem uma estética que não é estática, que provoca fissuras.
Eu lembro de duas obras que me marcaram muito, Pagan Poetry e Dançando no Escuro. Foi visceral em mim, tem algo que notei que chamo de "produção da verdade". Ela faz com que a gente acredite. 
Quando ouço os colaboradores dela falarem, cada vez mais enxergo uma Björk humanizada, de carne e osso. Isso me faz perceber que é possível, para criar a minha própria arte".
- Entrevista na live da Björk Digital na Twitch, outubro de 2020.

Em entrevistas para sites brasileiros, Andrew Thomas Huang fala sobre admiração por Björk

"O vídeo de Mutual Core foi o começo e um local de encontro perfeito para nós, onde nossas sensibilidades se uniram de forma realmente natural. Nosso relacionamento tem se aprofundado muito desde então, especialmente com a jornada que fizemos juntos através do Vulnicura
Aquele processo tornou-se um canal aberto contínuo, um fio de comunicação ao vivo entre nós, através do qual poderíamos resolver problemas juntos e estar em uma conversa mais profunda, com os temas e ideias a serem explorados. Enfrentar juntos uma série de desafios, me deu uma percepção muito mais rica sobre como a Björk pensa e trabalha. Ela é com certeza uma das melhores colaboradoras que existem. 
A exposição Björk Digital foi basicamente um processo evolutivo de tentativa e erro, começando com Black Lake, um filme originalmente projetado para ser uma experiência 360º. Depois, Stonemilker, que foi nosso primeiro VR juntos, e então Family. Cada interação nossa foi concebida a partir dos desafios dos projetos ant…

A inspiração de Björk para "Atom Dance"

Atom Dance é uma das músicas mais incríveis da carreira de Björk. A letra, que fala sobre relacionamentos, usa como referência a ideia de que duas partículas permanecem conectadas mesmo a grandes distâncias, sofrendo o impacto uma da outra, ainda que escolham direções contrárias. Assim, não importa se os indivíduos da narrativa estão separados. 
Quando participou de um podcast do Red Bull Music Academy, em 2016, Björk disse que levou quatro anos para conseguir terminar essa canção. Sobre a demora para inclui-la em um de seus discos de inéditas, explicou: "Não me sinto pressionada pela mídia nem pelo público. Com o tempo, aprendi que sou a única que sabe do que se trata cada uma das minhas próprias experiências, e que por isso sou eu a responsável por protegê-las. O que estou tentando dizer, é que se soubermos esperar o momento certo de compartilhar, poderemos enxergar de uma outra perspectiva, como se estivéssemos na pele de outra pessoa. Podemos ser os criadores de um trabalho, m…