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A conexão de Björk com o público através das residências de shows

Foto: Sam Falls

"Estou em turnês desde que eu tinha 16 anos. E, nos últimos três álbuns, decidi procurar outra maneira de trabalhar. Agora tento ficar mais tempo nos locais em que me apresento. Quando fiz a residência de shows do Biophilia, em 2012, fiquei 1 mês inteiro em Buenos Aires. Fizemos até um workshop educacional para crianças. Eu tento tornar esses projetos como algo criativo, divertido para compartilhar e interagir com as pessoas. É como uma viagem". 

- Björk em entrevista ao La Vanguardia, junho de 2017. 
 

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Ao jornal Extra, ela contou que é fã não só de Elis, mas também do Sepultura. Falando de Milton Nascimento, revelou: "Cheguei no sábado (acompanhada de uma amiga de infância) e fiquei bêbada com algumas pessoas ouvindo as músicas dele". Segundo a publicação, a cantora teria cogitado a ideia de ir a apresentação "Tambores de Minas" da lenda brasileira, no Canecão. Ela admitiu que do line-up do festival, só conhecia mesmo as atrações internacionais: "Tenho que dizer que sou ignorante em relação à música brasileira, e isso me envergonha". Também deixou claro que, como de costume, não incluiria nada do Sugarcubes no setlist: "São meus amigos, crescemos juntos. Não posso tocar uma música da banda sem eles&qu…

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1996 - Post Tour:
SETLIST:  Army of Me One Day The Modern Things Venus as a Boy You've Been Flirting Again Isobel Possibly Maybe I Go Humble Big Time Sensuality Hyperballad Human Behaviour The Anchor Song I Miss You Crying Violently Happy It's Oh So Quiet.
Em outubro de 1996, Björk finalmente desembarcou no Brasil, com shows marcados em São Paulo (12/10/96) e no Rio de Janeiro (13/10/96), como parte do Free Jazz Festival.





Em entrevista à Folha de São Paulo, Björk se disse ansiosa pelas apresentações:
"Vai ser mui…

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Fui para a casa dela, tomamos café da manhã juntos. Passamos a tarde conversando sobre o projeto Biophilia e assistindo a v…

Björk e Arca trocam cartas em nova edição da i-D Magazine

Para a edição em comemoração ao 40º aniversário da revista iD, Björk e Arca compartilharam cartas profundamente pessoais, que escreveram uma para a outra. Nos relatos, elas falam sobre a natureza da família, seu relacionamento especial e em constante evolução; e a obra criada a partir disso. 
As duas se conheceram em setembro de 2013, logo após o último show da turnê de Biophilia. Arca estava fazendo um DJset na festa nos bastidores. De cara, se deu muito bem com Björk e dançaram a noite toda. Com a amizade já fortalecida, a artista e produtora venezuelana foi convidada para colaborar no próximo álbum da islandesa, Vulnicura (2015). Juntas, elas também embarcaram na turnê do projeto, antes de se unirem novamente para criar o disco Utopia (2017). Em diversas entrevistas ao longo dos últimos 7 anos, Björk descreveu a parceria com Arca como o relacionamento musical mais forte que já teve. 
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A linguagem corporal das entrevistas de Björk

"Assim como faz em sua música, Björk dá tudo de si também em uma conversa. Praticamente encostada em mim, ela "fala" constantemente com as mãos. Gesticulando, traçando contornos no ar para dar exemplos, batendo na mesa ao expor um argumento. O que parece é que não tem membros o suficiente para expressar suas emoções. 




Franzindo a testa, esfregando o rosto a todo o momento, cutucando o nariz, fazendo alongamentos no pescoço. É perceptível que, longe de ser alguém de outro mundo, é uma pessoa extremamente pé no chão". 
- Jornalista responsável por matéria publicada na Raygun Magazine, setembro de 1997. 
Clique AQUI e confira diversas entrevistas legendadas de Björk.