Pular para o conteúdo principal

Versão brasileira do musical "Dançando no Escuro" estreia em Outubro no Rio


Quer chorar? A montagem brasileira do musical “Dançando no Escuro”, versão teatral do filme de Lars von Trier, estreia no dia 19 de outubro no Sesc Ginástico, no Rio. A adaptação ao palco, do nova-iorquino Patrick Ellsworth, ganhou tradução de Elidia Novaes, direção de Dani Barros (atriz de “Estamira, Beira do Mundo”) e direção musical de Marcelo Alonso Neves.

É Juliane Bodin quem interpreta a protagonista (papel de Björk no cinema), mulher com uma doença degenerativa que a leva à cegueira.

A iluminação da peça acompanha o drama da personagem: vai escurecendo à medida que ela perde a visão. A encenação também joga com o som, em momentos audíveis e silenciosos (alguns com audiodescrição).

A temporada no Rio vai até 19 de novembro.
| Via Folha de São Paulo.

Enquanto isso, o filme será exibido em Campinas em 21/09. Saiba mais informações clicando AQUI. Tem que ter coragem, viu? É de cortar o coração, migos.


Comente com outros fãs:

Postagens mais visitadas deste blog

Uma conversa entre Rei Kawakubo e Björk

“Essa entrevista poderia ser chamada de Folclore do Futuro ou algo envolvendo a palavra "folclore"?”. Essa foi uma solicitação de Björk antes da Interview Magazine publicar em outubro de 2019 uma conversa por e-mail inédita entre ela e Rei Kawakubo, fundadora da marca Comme des Garçons e da Dover Street Market. Confira a tradução completa do bate-papo:
BJÖRK: Querida Rei, estou muito honrada por termos essa conversa! Você é uma das pessoas que eu mais admiro, estou emocionada que isso esteja acontecendo. Estava pensando onde os interesses de nós duas se sobrepõem e, por algum motivo, comecei a pensar nas raízes, no folclore, ou na falta dele. Você mencionou em uma entrevista de 1982, que queria se afastar das influências folclóricas da moda japonesa. Acho isso muito interessante. Sempre achei que as culturas japonesa e islandesa têm  coisas em comum que, quando o budismo e o cristianismo chegaram, foram feitas com menos violência do que em outros países, o que serviu de pont…

Relembre as vindas de Björk ao Brasil

As apresentações mais recentes de Björk no Brasil aconteceram há mais de 10 anos, entre 26 e 31 de Outubro de 2007. Relembre essas e outras passagens da islandesa, que já disse ter vivido momentos mágicos em nosso país.
Mas antes de tudo, uma curiosidade: Björk já foi capa da famosa/extinta revista brasileira Bizz, edição de Dezembro de 1989, o que comprova a divulgação do trabalho da artista no Brasil antes mesmo do grande sucesso e reconhecimento em carreira solo.
1996 - Post Tour:
SETLIST:  Army of Me One Day The Modern Things Venus as a Boy You've Been Flirting Again Isobel Possibly Maybe I Go Humble Big Time Sensuality Hyperballad Human Behaviour The Anchor Song I Miss You Crying Violently Happy It's Oh So Quiet.
Em outubro de 1996, Björk vinha pela primeira vez ao Brasil com shows marcados em São Paulo (12/10/96) e no Rio de Janeiro (13/10/96), como parte do Free Jazz Festival.



Em entrevista à Folha de São Paulo, Björk se disse ansiosa pelas apresentações:
"Vai ser m…

Em 1997, Björk já pensava em trabalhar com a realidade virtual

Vulnicura VR é o primeiro álbum em realidade virtual da história. Nele, cada experiência musical faz parte de um todo maior; uma narrativa visual que une cada canção. No entanto, segundo a edição de setembro de 2019 da Crack Magazine, esta não foi a primeira tentativa de Björk em querer dar vida a um projeto com esse tipo de tecnologia. Nos anos 90, quando a ferramenta começava a ganhar visibilidade, a islandesa quis criar uma experiência semelhante para o álbum Homogenic. Na época, muitos estudiosos acreditavam que os VRs seriam a próxima grande mudança de paradigma da humanidade após a Internet. Mas ficou como promessa, já que além de cara, não estava desenvolvida o suficiente para materializar as ideias da cantora, não para o mundo que ela queria construir. A artista acredita que a realidade virtual ficou por muito tempo em segundo plano.
Só em 2013, os primeiros headseats especializados foram lançados. Então, Björk e seu diretor criativo (e braço direito) James Merry entraram em c…