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Linn da Quebrada fala sobre Björk

"Björk sempre procura fazer colaborações, acho tão interessante. Vejo isso no meu trabalho, quando temos uma ideia e encontramos outras pessoas que tornam tudo possível. Ela tem uma estética que não é estática, que provoca fissuras.

Eu lembro de duas obras que me marcaram muito, Pagan Poetry e Dançando no Escuro. Foi visceral em mim, tem algo que notei que chamo de "produção da verdade". Ela faz com que a gente acredite".


"Quando ouço os colaboradores dela falarem, cada vez mais enxergo uma Björk humanizada, de carne e osso. Isso me faz perceber que é possível, para criar a minha própria arte".

- Entrevista na live da Björk Digital na Twitch, outubro de 2020. 

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