Pular para o conteúdo principal

Exposição Björk Digital chega a Brasília em Dezembro


Depois de uma temporada de sucesso em São Paulo, a exposição Björk Digital passará por Brasília. A informação foi confirmada pela própria Björk, que contou a novidade em post nas redes sociais em agosto. A mostra fica em cartaz no Centro Cultural Banco do Brasil de 3 de Dezembro de 2019 a 9 de fevereiro de 2020. Os ingressos são gratuitos. 

Na programação estão inclusos: 6 vídeos de Vulnicura, sendo 5 em realidade virtual (Stonemilker, Mouth Mantra, Quicksand, Family e Notget), e uma instalação especial (Black Lake), além da sessão de videoclipes de Björk, incluindo os do álbum Utopia, remasterizados em alta definição (exibidos em sala de cinema) e uma área dedicada ao projeto educativo de Biophilia. Confira mais detalhes AQUI.

A exposição é apresentada pelo Ministério da Cidadania e Secretaria Especial da Cultura, patrocinada pelo Banco do Brasil, realizada no CCBB Brasília pela Cinnamon Comunicação.

No ano que vem, chega ao CCBB do Rio de Janeiro (11/03-18/05) e de Belo Horizonte (junho). 

Serviço: Visitação de terça à domingo.

Local: Centro Cultural Banco do Brasil Brasília (St. de Clubes Esportivos Sul Trecho 2). 

Datas: 03 de dezembro de 2019 a 09 de fevereiro de 2020.

Horário - Galeria 1: Vídeos em Realidade Virtual: 9h00 às 20h30 (última entrada às 19h20). 

Horário - Galeria 2: O universo de Biophilia e Cinema com videografia de Björk: 09h00 às 20h30.

Ingressos: Entrada gratuita mediante retirada de ingressos na bilheteria do CCBB ou em bb.com.br/cultura.

Bilheteria: Terça-feira a domingo das 9h às 21h.

Informações: (61) 3108-7600.

Classificação Indicativa: 14 anos (Galeria 1**) // Livre (Galeria 2). 

Compartilhe a sua experiência na exposição com a hashtag #björkccbb.

Postagens mais visitadas deste blog

Björk e Milton Nascimento - A Travessia para um grande encontro

Poucas horas antes do show no Metropolitan, no Rio de Janeiro, em 20 de agosto de 1998 (saiba mais AQUI), Björk conversou com a imprensa brasileira, e esteve junto de Milton Nascimento. Ela foi uma das atrações principais do festival Close-Up Planet:


Ao jornal Extra, ela contou que é fã não só de Elis, mas também do Sepultura. Falando de Milton Nascimento, revelou: "Cheguei no sábado (acompanhada de uma amiga de infância) e fiquei bêbada com algumas pessoas ouvindo as músicas dele". Segundo a publicação, a cantora teria cogitado a ideia de ir a apresentação "Tambores de Minas" da lenda brasileira, no Canecão. Ela admitiu que do line-up do festival, só conhecia mesmo as atrações internacionais: "Tenho que dizer que sou ignorante em relação à música brasileira, e isso me envergonha". Também deixou claro que, como de costume, não incluiria nada do Sugarcubes no setlist: "São meus amigos, crescemos juntos. Não posso tocar uma música da banda sem eles&qu…

Relembre as vindas de Björk ao Brasil

As apresentações mais recentes de Björk no Brasil, aconteceram em 2007. Relembre todas as passagens da islandesa por nosso país, nesta matéria detalhada e cheia de curiosidades!

Antes de vir nos visitar em turnê, a cantora foi capa de algumas revistas brasileiras sobre música, incluindo a extinta Bizz, edição de Dezembro de 1989. A divulgação do trabalho dela por aqui, começou antes mesmo do grande sucesso e reconhecimento em carreira solo, ainda com o Sugarcubes.
1996 - Post Tour:
SETLIST:  Army of Me One Day The Modern Things Venus as a Boy You've Been Flirting Again Isobel Possibly Maybe I Go Humble Big Time Sensuality Hyperballad Human Behaviour The Anchor Song I Miss You Crying Violently Happy It's Oh So Quiet.
Em outubro de 1996, Björk finalmente desembarcou no Brasil, com shows marcados em São Paulo (12/10/96) e no Rio de Janeiro (13/10/96), como parte do Free Jazz Festival.





Em entrevista à Folha de São Paulo, Björk se disse ansiosa pelas apresentações:
"Vai ser mui…

Em carta aberta no Facebook, Björk fala sobre assédio sexual

Björk publicou em seu Facebook, na tarde deste domingo, um texto em que revela que foi vítima de assédio sexual por um diretor dinamarquês. Confira a tradução do post na íntegra:


"Me sinto inspirada por ver mulheres pelo mundo se pronunciando sobre esses casos (de abuso sexual) na internet. Isso me fez sentir vontade de contar minha experiência com um diretor dinamarquês. 
Porque eu venho de um país onde a diferença entre os sexos é pequena, apesar de ainda existir, e no momento em que tenho certa força no mundo da música com uma independência, que foi duramente conquistada, sempre esteve extremamente claro para mim que quando eu entrasse na carreira de atriz, meu papel e humilhação como uma menor sexualmente assediada seria uma norma para um diretor cuja a equipe de dezenas de pessoas permitiu e o encorajou a fazer isso. 
Eu estava ciente de que é algo universal, em que um diretor pode tocar e assediar suas atrizes à vontade e a indústria do cinema permite isso. Quando eu o co…

Com shows beneficentes na Islândia, Björk oferecerá apoio aos artistas locais

Björk marcou quatro shows do espetáculo Orchestral na Islândia, que serão realizados no Harpa Concert Hall, com transmissão ao vivo online(Saiba mais clicando AQUI). Em nova entrevista ao Fréttablaðið, a artista falou da motivação por trás da série de espetáculos em meio a pandemia, planos para o futuro em sua carreira e pela primeira vez, sobre ser avó! Confira a tradução completa
Os próximos concertos acústicos da cantora, são uma espécie de celebração aos 27 anos de colaboração dela com artistas locais, com foco nos arranjos de sua autoria, passeando por canções de toda a discografia. Cada uma das apresentações contará com setlists diferentes. No total, foram escolhidas 44 faixas. Segundo a cantora, a ideia desse projeto surgiu com o livro de partituras que ela lançou em junho de 2017, em parceria com Jónas Sen. A publicação é destinada não só àqueles com experiência profissional, mas também qualquer pessoa que tenha o mínimo de conhecimento musical, com a dis…

Em novas entrevistas, Björk fala sobre obsessão por Beyoncé, feminismo e o fim do ciclo de "Vulnicura"

Björk não é apenas uma estrela da música pop. Ela é compositora e produtora, bem como fez os arranjos de mais de 90% de suas músicas nos últimos 24 anos. A maioria de seus fãs podem não saber, mas ela não se sente confortável em se gabar do próprio trabalho, no entanto, está pronta para acabar com essa injustiça machista envolvendo seu nome na indústria. Em entrevista ao 'L.A. Times', a cantora declarou:

"Se eu fosse um cara, as pessoas estariam falando, e escrevendo apenas sobre a minha música, e não focando em coisas relacionadas a minha vida amorosa e meus filhos. Então, minha contribuição para o feminismo é começar a colocar os holofotes nos meus arranjos".
Seu livro de partituras, que será lançado no mês que vem, levou 8 anos para ser montado. E a 'Björk Digital', que continua a rodar o mundo, "tornou-se algo satisfatório, pois é possível ver a reação emocional das pessoas que vêm experimentar a realidade virtual pela primeira vez", disse James…